sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cegolinks [13]



Texto: Vejam as 30 "melhores" respostas no vestibular de Portugal

Texto:
101 Razões para não fumar

Imagem:
Capas da Playboy que foram rejeitadas

Imagem:
Fantasias chamativas e bem ousadas

Vídeo:
Cara Bêbado indo comprar mais cerveja

Vídeo:
Como existe gente porca...

Tirinha:
Amigos para sempre!

Tirinha:
Michael e seus problemas

Top:
25 coisas que aprendi jogando RPG

Top:
Os 10 Maiores escândalos sexuais de celebridades brasileiras

Jogo:
Gibbets

Jogo:
Bob Esponja

Download:
Massacration - Good Blood Headbanguers(2009)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Terça do Metal




Salve galera!Como essa semana estive ocupado com assuntos do show do Stratovarius em POA,e como ninguém postou a "Terça do Metal",exclusivamente esta semana estaremos trazendo a "Quinta do Metal"!
Desculpem-nos o transtorno,mas como diria o Jô Soares: "os outros membros do Cego já tem um novo emprego em vista?" XD Mas chega de chorumelas e vamos a banda dessa semana.Aproveito para dar continuidade ao boato de que ela estará passando por aqui no Brasil em 2010.Lhes trago hoje a banda:


Junte Thrash Metal com Power Metal e com algumas pitadas de Metal Progressivo.Com certeza desta mistura só teremos dois resultados: uma "coisa" absurdamente incrível ou uma verdadeira "merda"!Mas graças aos Deuses saiu tudo certo."Something Wicked Was Coming".

Temas pungentes,sonoridade marcante e instigante são algumas características dessa banda estadunidense de Indianápolis.
Sob a liderança do guitarrista Jon Schaffer,nascia em 1985 a banda "The Rose".Após duas mudanças de nome,chegamos ao Iced Earth.


Atualmente a banda é formada por:

* Jon Schaffer (Guitarra e Vocal) - (1985-)
* Matthew Barlow (Vocal) - (1993-2003, 2007-)
* Brent Smedley (Bateria) - (1996-1997, 1998-1999, 2006-)
* Troy Seele (Guitarra) - (2007-)
* Freddie Vidales (Baixo) - (2008-)

Como o mais famoso ex-integrante,temos Tim "Ripper" Owens,que ficou na banda de 2003 até 2007.





Para maiores informações:

Site oficial
My Space Oficial Iced Earth
Site Oficial Brasileiro
Wikipedia

Espero que gostem e até a semana que vem,espero que na Terça! o/

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Enquanto isso, em São Paulo...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Os 5 insetos mais Mothafuckers do mundo

1- Vespa mandarina (vespa mandarinia japonica):


Porque ter medo:

- Ela é do tamanho de um dedo polegar de um adulto.
- Ela solta ácido que corrói carne (veja próxima foto).
- O ácido contém feromônio, que faz as outras vespas te caçarem até a morte se uma morrer.
- Elas vivem em qualquer lugar independente da altitude.
- Acha que pode correr mais? Elas voam 80km a cada dia.

A coisa mais mothafucker:

Quando saem para o passeio matinal de 80km e passam por uma colméia de abelha de digamos, hmmm, 30,000 (trinta mil) abelhas, e resolvem destruir por diversão, é exatamente isso que fazem.
2- Formiga Tucandeira (Paraponera clavata):

Porque ter medo:

- Ela tem cerca de 3cm, que é um tamanho inaceitável para uma formiga.
- É famosa por ter a picada mais dolorosa que existe.
- Nos EUA é conhecida por "Bullet-ant" porque a picada se assemelha a um tiro.
- Elas vivem em árvores e, literalmente, caem em cima de você.

A coisa mais mothafucker:

Você se acha macho? Pois saiba que a Comunidade Indígena Mawé, localizada às margens do Tarumã, especificamente no rio Tiú, tem um ritual muito interessante que vai te colocar no seu lugar. Eles põe centenas dessas moderfokers numa luva e levam picadas por 10 minutos. Segura essa, machão:
3- Abelhas africanas (Apis mellifera scutellata):


Porque ter medo:

- Não dá pra diferenciar uma abelha africana de um abelha normal, o que é ruim.
- O comportamente delas é tão desvairado que se olhar torto para a colméia, fodeu.
- Correr? Elas podem te perseguir por praticamente 1 kilometro inteiro, então haja fôlego.
A coisa mais mothafucker:

A existência dessas malditas se deve à ciência, exatamente ao genial imbecil Warwick E. Kerr que condenou a todos nós. E foi num cruzamento entre abelhas da europa e abelhas da africa, e advinha onde foi o palco disso? No Brasil.

O que ele não sabia era que as abelhas se adaptariam tão bem em qualquer lugar, principalmente florestas, e ainda hoje continuam aumentando seu território. Veja um pequeno documentário:
4- Formiga legionária (Eciton burchellii):


Porque ter medo:

- Elas tem patas longas demais pra um inseto, o alcance é medonho.
- Volte na imagem e veja as garras na boca. Preciso prosseguir?
- Elas são cegas, o que é muito ruim pois elas só andam com mais centenas de outras formigas do lado.
- Existem registros de animais do tamanho de cavalos que foram dilacerados por essas formigas.
A coisa mais mothafucker:

Por essas formigas serem cegas, elas andam em bandos gigantescos. E também por essa mesma razão elas usam seu corpo como arquitetura. Sim, não falei errado. Elas podem até fazer pontes imensas para chegar a um ponto.

Veja um vídeo de diversos animais fugindo desesperadamente do ataque das Formigas legionárias:
5- Mosca da bicheira (família oestridae, genus e espécie variada):

Porque ter medo:

- Elas são terrivelmente feias, e pretas.
- Elas tem apelidos horríveis como: Mosca nariz de ovelha ou Mosca estômago de cavalo.
- Se elas não botarem o ovo diretamente em você, elas botam o ovo em outro inseto, que acha você.
- A lava pode crescer em qualquer parte do corpo.
A coisa mais mothafucker:

Como dito, a larva cresce em qualquer lugar do seu corpo. Mas qualquer mesmo, como dentro do seu duto lacrimal, ou dentro do seu cérebro. Sério, já aconteceu.
ATENÇÃO:

Deixei esse vídeo por último foi por uma razão: ele é extremamente nojento.
É uma cirurgia de 3 minutos onde mostra a remoção de uma larva diretamente do duto lacrimal do paciente.

Não recomendo assistir, mas eu sei que você vai, então se estiver comendo, espere um pouco LOL
* Vou colocar só o link, quem quiser ver, é só clicar:
http://www.youtube.com/watch?v=4rLsrfjzp64

Sem tradução...

Parecidas.


Hoje ao ler alguns blogs, eu encontro a seguinte pérola de um fã falando sobre nxzero.:
"E quando eu tiver meus filhos, vou olhar pra eles e falar: tá vendo essa banda ?
Foi o Elvis do Brasil."


Ai, ao ver o lastfm do Cine, acabo por encontrar essas lindas
bandas relacionadas/parecidas. Sim, realmente é igual.

O rock Brasileiro precisa morrer


Tecnicamente o rock é um negócio limitado pra caralho. E justamente por conta disso ele sempre foi movido por sua capacidade de gerar possibilidades, sejam elas de fuga ou de auto-afirmação. O poder mobilizador do rock não está em uma resposta consciente a uma determinada construção simbólica. A música não arrebata ou emociona pelo seu aspecto formal e sim pelas possibilidades de criação que permite ao ouvinte. Nos últimos 50 anos, o que o rock pôde oferecer nesse sentido sempre foi mais interessante do que aquilo que ofereceu como expressão artística. É o que explica a sua necessidade de reinvenção e conflito consigo mesmo na qual está metido desde que, dos anos 60 em diante, gerações de músicos floresceram negando umas às outras, conflitando símbolos e pontos de vista, oferecendo aos ouvintes um ciclo contínuo de morte e renascimento.

Foi preciso que a Invasão Britânica fornecesse um novo ponto de vista ao rock’n’roll para que, a partir dela, todos os sub-estilos do rock se desenvolvessem na segunda metade dos anos 60. E quando os códigos e paradigmas dessa mesma geração se transformaram na pretensão vazia e elitista do rock progressivo – que fornecia escapismo, mas não diversão e catarse - surge o punk rock, pronto para criar um novo horizonte de possibilidades para os jovens sem futuro de todo o mundo. Quando não se tem isso, trata-se apenas de música pop no seu pior sentido, um produto da indústria do entretenimento com propósito e vida útil bastante definidos.

Agora imagine que você é um garoto de 12 anos, ainda meio confuso com os pentelhos crescendo, as espinhas na cara e o súbito interesse nas meninas da rua, curando com muita punheta e site de mulher pelada o fato de que todas elas te acham um zé-mané. Você não é mais criança, mas também não é adulto e precisa encontrar uma trilha sonora decente para esse período de turbulência. Você sintoniza uma “rádio rock” qualquer, liga na MTV e ai vem a pergunta: que possibilidades de criação, revolta e catarse oferece a você o rock brasileiro dos anos 00?

Provavelmente nenhuma. Essa foi a única resposta que passou pela minha cabeça enquanto via na MTV a banda Cine lançando o clipe de Garota Radical, seu primeiro single, uma overdose de cores cítricas e penteados mirabolantes na qual os músicos são apresentados como se fossem caixas de sabão em pó. A produção profissional e higiênica ocupa tanto espaço que não existe aqui nenhuma brecha para a criação de um novo olhar. Mas, espertamente, e por ser um produto voltado para adolescentes do sexo feminino, a imaginação foi deliberadamente substituída pela fantasia, seja ela sexual ou afetiva.

É assim que se apresenta o rock brasileiro nos anos 00: como um veículo de satisfação imediata, que por ser baseado em regras de mercado, e não em imaginação e força criativa, não possibilita o estabelecimento de um novo paradigma ou de uma nova percepção. NXZero, Fresno, CPM 22, Leela, Capital Inicial, Cachorro Grande…todos esses grupos apresentam-se apenas como produtos da indústria cultural e como uma caricatura de transgressão e não como proponentes de novas possibilidades de criação.


Quando o mundo é uma merda


Junho de 2008. No estúdio VIP do Mosh, um mega-complexo de estúdios de gravação na Barra Funda, em São Paulo, Marcelo Nova reclama da nova geração do rock brasileiro enquanto Marcão e Paciência – que, junto comigo, vieram gravar um depoimento do músico para a MTV sobre o disco Viva!, do Câmisa de Vênus – arrumam a luz e posicionam as câmeras.

“O problema, cara”, grita Marcelo, agitado, “é que o adolescente PRECISA gritar que o mundo é uma merda porque quando você é adolescente o mundo É UMA MERDA. Mas quem quer gritar hoje em dia que o mundo é uma merda? NINGUÉM, PORRA!”

O homem não pára quieto. Enquanto fala, se mexe de um lado para o outro, dando um trabalho da porra para Marcão, cada vez mais agoniado na impossibilidade de acertar a luz e a marcação das câmeras. E então dá um pulo da cadeira quando me ouve falar a palavra “emo”.

“Aí não…Emo é foda. Esse negócio de emo me torra a porra do saco. Pega essas bandinhas aí…tudo com aquele cabelinho, aquele…aquele sebo no cabelo, aquela seborréia…”, diz ele de pé, gesticulando sem parar, eu dando risada, sem coragem de pôr ordem no recinto, “Levei um chifre’, ‘ai meu cu’, ‘ai não sei o que’…porra, isso não é rock, meu filho. Isso é uma porra de SERTANEJO DISFARÇADO. PUTAQUEOPARIU!”.

Ele sabe do que está falando. Afinal teve o ímpeto de gritar que o mundo era uma merda. E de me fazer, aos 12 anos, em 1986, criar um novo paradigma pessoal a partir das músicas que gravou com o Câmisa de Vênus, aquele rock sombrio e barulhento com letras sobre estupro e morte; sobre yuppies em crise de identidade; capaz de misturar em uma mesma música marxismo, Jesus Cristo, Freud e pós-punk . Foi através do Câmisa de Vênus que eu comecei a negar o pop brasileiro dos anos 80 e me interessei pelo movimento punk –na falta de um rótulo melhor a imprensa brasileira da época associou Marcelo e companhia a bandas como The Clash e Sex Pistols. E foi o punk que me levou à new wave, ao skate, ao pós-punk, ao thrash metal e ao hardcore.

É por isso que não canso de me perguntar qual é a do rock brasileiro nos anos 00. Acomodado nos já não tão confortáveis braços da indústria da música, cada vez mais combalida pela pirataria, ele se apresenta apenas como um acessório estético de revolta controlada, que não avança em suas proposições justamente por se conformar aos jogos de poder e mercado. Como o pop supostamente sensível do Capital Inicial, dos anos 80, mas renascido nos anos 00 e cada vez mais semelhante a um livro de auto-ajuda para adolescentes em crise; e a fantasia “sex, drugs & rock’n’roll” do Cachorro grande, milimetricamente sujos e descuidados, como se os Rolling Stones tivessem surgido repentinamente do provador de um brechó da Benedito Calixto direto para um editorial do curso de moda da Fundação Álvares Penteado. Ou mesmo a suposta dureza de CPM 22, Fresno e NXZero, com suas tatuagens e visual estilizado, que se confronta com o vazio do discurso e a ausência de imaginação, abraçando como única razão de sua existência a trilha sonora de uma adolescência conformada.

A essa altura a transgressão já foi pras picas e o clipe do Cine continua passando na MTV. Um pop de videogame em cores berrantes como um vídeo de aeróbica da Jane Fonda. O que a banda oferece é saturação sensorial e fantasias afetivas vagas, porém em quantidade suficiente para estimular as primeiras explosões hormonais de meninas recém-saídas da infância. É uma história de amor com começo, meio e fim, envolvendo o vocalista aloirado e a Garota Radical que empresta seu nome à música. Um telão espalha abstrações pelo cenário e a banda dá uns pulinhos como um enxame de clones dos Mario Bros. E quando sobe o aviso de game over o impacto é tão profundo quando o de um comercial de pasta de dentes.

O fim da História




Pra mim o rock brasileiro acabou em 1991, quando Paralamas do Sucesso e Titãs lançaram os seus piores discos até então, respectivamente Os Grãos e Tudo Ao Mesmo Tempo Agora. Logo depois, o Nirvana dominou o mundo. Em comparação com o trio de Seattle, QUALQUER rock feito no Brasil soava anacrônico, mofado e desprovido de sentido (Sepultura corria por fora e é uma outra história). O Capital Inicial e a infame Mickey Mouse em Moscou só nós deram mais certeza de que, naquele momento, era necessário virar as costas para o país. Foram precisos três anos, duas bandas de Pernambuco, quatro moleques de Brasília e um bando de maconheiros do Rio de Janeiro para que fosse possível confirmar a viabilidade de uma música pop genuinamente brasileira. O mangue bit, os Raimundos e o Planet Hemp mudaram tudo ao cruzar gêneros, desafiar convenções de mercado e estabelecer um novo padrão de composição, que fugia do rock, se aproximava do rap e tinha como referência as contradições das grandes cidades brasileiras. Suicidal Tendencies e forró, hip-hop e a malandragem da Lapa, skate e maracatu. Ídolos pop de uma linhagem suburbana, a continuação pós-moderna do imigrante que enxerga a metrópole a partir de uma perspectiva muito particular. Cabelo carapinha, pele escura e dreadlocks em choque com o arianismo gélido e encapotado do rock dos anos 80.

Mas a onda que quebraria com toda a força em 1994 recuou e se diluiu, ainda que seus respingos estejam por aí. E o ciclo de destruição pop se repete quando a música jovem feita hoje no Brasil, pelo menos a que se impõe no mainstream, surge da negação da década passada ao abraçar o rock tradicional da mesma maneira que a geração dos anos 80. O som é californiano e o padrão estético a ser perseguido não está na periferia das cidades brasileiras e sim nos subúrbios norte-americanos; sejam eles reais, idealizados ou mesmo replicados de maneira pobre nos condomínios de São Paulo e da Barra da Tijuca. A saída pode estar na nova eletrônica brasileira do Montage, dos tecnobregas de Belém do Pará e do Bonde do Rolê ou até mesmo na nova MPB feita pela vanguarda paulistana liderada por Curumin, Céu, Lucas Santana e Fernando Catatau. Mas mesmos estes parecem pequenos e segmentados demais para fazer algum barulho fora do gueto chique da Vila Madalena. Enquanto isso, o rock brasileiro – ou o pop, caso seja preciso usar um termo mais amplo – continua devendo uma nova possibilidade de criação e uma nova construção de significados. Só assim será possível dar vazão à vontade adolescente de gritar que o mundo é uma merda.


O que eu posso dizer é, o cara falou tudo!
[Via]

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Le Parkour Como não fazer

Gosta de esportes radicais? Então pratique Le Parkour, mas faça direito!

domingo, 11 de outubro de 2009

Rubberdoll [+18]